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Hospitais · ATAS O2

Oxigenoterapia rastreável, do leito à conta

O ATAS O2 registra no ponto de uso o início, o fim, o fluxo e a duração de cada oxigenoterapia, mostra o painel às equipes, sinaliza o que merece atenção e leva relatórios para faturamento e manutenção. Pode integrar informações ao prontuário e à conta médica, conforme a integração de cada hospital.

Conversa de 30 minutos sobre o seu processo, com demonstração em dados fictícios. Sem compromisso.

Profissional de saúde segurando um tablet. Foto ilustrativaFluxômetro digital ATAS O2, visto de frente
  • Leito consumindo O₂ sem atendimento
  • Paciente na faixa de saturação alvo
  • Tempo total de consumo592 h
  • Paciente fora da faixa de saturação alvo
  • Total de horas de internação767 h

Exemplos com dados fictícios.

O problema

O oxigênio é usado no leito, mas nem sempre chega à conta do mesmo jeito

O início, o ajuste e o encerramento da terapia ainda dependem de anotações feitas depois e de sistemas que não conversam.

  • Faturamento e auditoria. Prescrito, consumido e lançado raramente se encontram. A diferença pode virar perda ou glosa.
  • Assistência. Quem iniciou, ajustou e encerrou a terapia, e quando? Hoje depende de anotação feita depois.
  • Suprimentos. Compras e entregas são conferidas sem um registro do consumo no ponto de uso.
  • Gestão. A equipe gasta tempo anotando e conferindo, e a auditoria corrige depois do fato.

O efeito em cada hospital depende do contrato e da validação feita com o hospital.

Como funciona

O fluxômetro registra no leito, o painel avisa as equipes

O ATAS O2 não é apenas um equipamento. Combina dispositivo no ponto de uso, software, conectividade, integração, implantação, treinamento, manutenção e acompanhamento.

Fluxômetro digital ATAS O2 em destaque, com visor, botão de encaixe e volante regulador de fluxo

Do registro no leito à ação de cada equipe

O mesmo registro segue dois caminhos: o da assistência e o da operação. O sistema entrega a cada equipe o sinal e o relatório do seu caminho. Sinais e relatórios seguem a configuração e as integrações de cada hospital. A decisão clínica é sempre do profissional.

Consumo de O₂ registrado no leitoInício, fim, fluxo e duração, no ponto de uso.
  1. Sinal para a equipePossível necessidade de oxigenoterapia
  2. Verificação da prescrição e da faixa de saturação alvo
  3. Manutenção da faixa alvo e atualização do prontuário
  4. Sinal para a equipePossível início do desmame
  5. RelatórioAlta e relatório para faturamento e auditoria clínica
  1. Verificação de atendimentoLeito consumindo oxigênio sem paciente em atendimento.
  2. Sinal para a equipePossível vazamento
  3. Verificação da pressão e do perfil de uso do setor
  4. RelatórioRelatório para manutenção e engenharia clínica
Os indicadores voltam para o processoRetorno do tratamento e análise de métricas para ajustar o fluxo combinado com o hospital.

O aparelho

Conheça o equipamento

Frente e costas do ATAS O2, com os seis pontos que a equipe vê e usa.

Frente do fluxômetro digital ATAS O2, com visor de indicadores, botão de encaixe modular e volante regulador de fluxo
Costas do fluxômetro digital ATAS O2, com a bateria, a entrada de ar e a saída de ar

Frente

  1. Visor com leds (alarmes). Mostra o fluxo e sinaliza baixa pressão, bateria baixa e falha técnica.
  2. Botão de encaixe modular. Prende e solta o módulo do aparelho.
  3. Volante regulador de fluxo de oxigênio. Ajuste do fluxo feito pelo profissional.

Costas

  1. Bateria. Alimenta o aparelho. O visor avisa quando a carga está baixa.
  2. Entrada de ar. Conexão de entrada, na face de trás do aparelho.
  3. Saída de ar. Conexão de saída, na base do aparelho.

Neonatal e pediatria

O mesmo registro, também para os setores de crianças

A linha ATAS O2 tem uma versão neonatal do fluxômetro. Ela entra no mesmo registro e no mesmo painel dos demais leitos.

  • Versão neonatal. A versão do dispositivo que se aplica a cada setor é definida com o hospital, antes da validação.
  • Mesmo registro do leito. Fluxo e tempo de uso ficam registrados por leito, como nos demais setores.
  • Painel por setor. A equipe acompanha o setor pelo painel, conforme a configuração de cada hospital.
  • Decisão clínica é do profissional. O ATAS O2 registra e mostra; a conduta, inclusive a faixa de fluxo e a saturação desejada, é da equipe assistencial.

Faixa e resolução do fluxômetro neonatal seguem a ficha técnica vigente do produto. Foto ilustrativa.

Criança com máscara de nebulização, em imagem ilustrativa
Painel de monitoramento do ATAS O2 por setor, com a linha da UTI adulto ampliada: 4 bar, 6 leitos, nenhum ocupado, 1 consumindo oxigênio e 6 livres, e o aviso de que o setor tem leito vazio consumindo. Demonstração com dados fictícios

O painel aponta, por setor, onde há leito vazio consumindo oxigênio. Demonstração com dados fictícios.

O que muda por área

Cada área recebe, do mesmo registro, o que precisa

Assistência, engenharia clínica, TI, faturamento, suprimentos e direção partem do mesmo registro, cada uma com a sua pergunta, e recebem dele o que cabe ao seu trabalho. Abra a da sua área.

Assistência, enfermagem e fisioterapia

Perguntas que fazemos: Como a terapia é prescrita, iniciada, ajustada e encerrada? Quem registra cada evento e em qual sistema?

O que muda: O aparelho registra início, fim, fluxo, duração e consumo no ponto de uso, conforme a versão e a integração, sem depender de anotação feita depois. A equipe gasta menos tempo em anotação, conferência e correção.

Engenharia clínica

Perguntas que fazemos: Qual parque, regulador, leito e rede participam? Como funcionam manutenção, calibração, substituição e contingência hoje?

O que muda: Levantamos o parque e a rede antes da instalação. Manutenção, substituição e contingência ficam definidas na implantação, não depois.

Tecnologia da informação

Perguntas que fazemos: Qual prontuário ou sistema recebe o dado? Quais eventos, identificadores e responsabilidades precisam ser integrados?

O que muda: O ATAS O2 pode integrar ao prontuário e à conta, após levantamento e homologação em cada hospital. Eventos, ambientes e responsabilidades são combinados antes de qualquer estimativa.

Faturamento e auditoria

Perguntas que fazemos: Como prescrição, consumo e lançamento são conciliados? Onde estão as perdas, as glosas, o retrabalho e o atraso?

O que muda: O sistema coloca lado a lado o prescrito, o consumido e o lançado, conforme a integração do hospital. O efeito no faturamento depende do contrato, da integração e da validação do hospital.

Suprimentos

Perguntas que fazemos: Como o consumo de oxigênio é conferido com compras e entregas?

O que muda: O consumo registrado no ponto de uso chega pronto para ser conferido com compras e entregas. O método de comparação é definido com o hospital.

Direção

Perguntas que fazemos: Qual linha de base existe e quem valida os números? Que resultado justificaria expandir depois da validação?

O que muda: Começamos pela linha de base do hospital. Os critérios de saída e de expansão são pactuados antes da validação.

Modelo de remuneração

A conversa muda conforme o contrato do hospital

Confirmamos com cada instituição como o oxigênio é remunerado. Isso orienta as perguntas, os relatórios e os indicadores.

  • Pacote

    A atenção está em custo, desperdício, esforço e capacidade assistencial. Olhamos compras, consumo, entregas, eventos e tempo de regulagem.

  • Diária global

    A atenção está em custo e produtividade, com o registro correto na rotina do hospital. Olhamos consumo por paciente, eventos, permanência e tempo para faturar. Não presumimos receita recuperada quando o contrato não remunera o item à parte.

  • Conta aberta

    A atenção está em automatizar o registro e a cobrança e em reduzir perdas. Olhamos prescrito, consumido, lançado, divergências e glosas. O faturamento depende da regra contratual, da integração e da validação do hospital.

Integração

Integração em linguagem simples

O registro do leito pode seguir para o prontuário e para a conta, após levantamento e homologação em cada hospital.

Cada sistema tem eventos, dados e responsabilidades próprios. Uma integração feita em um hospital não vale como garantia de compatibilidade em outro. Por isso levantamos o ambiente, combinamos os dados e homologamos junto com a TI do hospital.

  • Levantamento do ambiente e dos sistemas
  • Definição de eventos e identificadores
  • Homologação no hospital
  • Responsabilidades e contingência combinadas

Já integrado a sistemas hospitalares como Tasy e MV, conforme a homologação e o escopo de cada hospital. As marcas citadas pertencem aos seus fabricantes.

Profissional encaixa o ATAS O2 no ponto de oxigênio da régua de gases

O registro do aparelho no leito segue para o prontuário e para a conta, conforme a integração de cada hospital.

No hospital

Instalado na régua de gases, ao lado do leito

Do encaixe ao painel, em quatro momentos.

  1. Profissional encaixando o fluxômetro digital ATAS O2 no ponto de oxigênio da parede

    Encaixe na régua

    O aparelho é encaixado direto no ponto de oxigênio da parede.

  2. Profissional ajustando o fluxo no fluxômetro digital ATAS O2

    Ajuste do fluxo

    O profissional regula o fluxo da terapia no volante.

  3. Fluxômetro digital ATAS O2 instalado na régua de gases

    Registro no leito

    Com o aparelho instalado, o registro acontece no ponto de uso.

  4. Tela de monitoramento do ATAS O2 por setor, com leitos ocupados e leitos consumindo oxigênio. Imagem ilustrativa

    Equipe no painel

    As equipes acompanham setores e leitos em um painel. Imagem ilustrativa.

A tela do quarto momento é uma demonstração com dados fictícios.

Como validamos juntos

Começa com contrato, escopo e critério de saída

Antes de qualquer validação, combinamos com o hospital o que será medido e como.

  • Escopo e setores

    Quais setores participam e qual versão do dispositivo se aplica.

  • Linha de base

    O que existe hoje, quem valida os números e qual critério encerra a validação.

  • Integração e infraestrutura

    Conectividade, sistemas envolvidos, responsabilidades e agenda do hospital.

  • Instrumento assinado

    Escopo e condições ficam por escrito antes de qualquer envio de equipamento.

De onde viemos. A Salvus nasceu no Recife em 2016, a partir da oxigenoterapia. O monitoramento de oxigênio foi o primeiro projeto piloto de internet das coisas aprovado pelo BNDES, com CESAR e EMBRAPII. Ler na Teletime (abre em nova aba) Conhecer a nossa história

Estudo publicado · Hospital Israelita Albert Einstein

  • Horas de oxigênio por leito

    ATAS O2: 566,9 h

    Prontuário eletrônico: 163,6 h

    Cerca de 3,5 vezes mais horas registradas

  • Ciclos de oxigenoterapia por leito

    ATAS O2: 138

    Prontuário eletrônico: 12

    Mais de 11 vezes mais ciclos registrados

Comparação feita em 21 leitos de uma unidade coronariana semi-intensiva, durante cinco meses. O estudo mede quanto da oxigenoterapia o registro manual deixa de capturar.

Fonte: Monnaka VU et al. Discrepancies in oxygen consumption between automated monitoring and electronic medical records. Discover Health Systems, v. 5, art. 70, 2026. Ler o artigo (abre em nova aba) · Ver o videocase (abre em nova aba)

O resultado de um hospital não é promessa para outro.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar

Já temos prontuário. Por que o ATAS O2?

Porque olhamos como o dado nasce no leito e chega até o prontuário. O ATAS O2 complementa o prontuário quando a integração é validada.

A equipe já registra. O que muda?

Comparamos completude, tempo gasto, correções, rastreabilidade e uso do dado, com a linha de base do próprio hospital.

O ATAS O2 decide ou ajusta a terapia?

Não. O sistema registra e alerta, conforme a configuração. A decisão clínica é do profissional.

Qual economia vocês garantem?

Nenhuma garantia de economia. Construímos a linha de base com o hospital e pactuamos o método. O resultado de um hospital não é promessa para outro.

A integração parece longa.

Por isso detalhamos levantamento, dados, ambiente, homologação, contingência e responsabilidades antes de estimar qualquer coisa. Cada sistema tem eventos, dados e homologação próprios, e cada integração é avaliada por hospital.

E ventiladores?

A ventilação tem escopo e maturidade próprios. Avaliamos à parte, sem ampliar a proposta antes de validar.

Existe um dispositivo vestível?

O ATAS Vital segue em desenvolvimento e validação. Não é oferta.

Hospedagem, região dos dados e encarregado seguem a política de cada cliente.

Conversa de 30 minutos

Mapeie a oxigenoterapia do seu hospital com a gente

Em 30 minutos entendemos como o hospital prescreve, registra e fatura o oxigênio, e dizemos se faz sentido seguir.

Não envie dados de pacientes por e-mail ou mensagem.