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Atenção domiciliar · HAI

Cada visita planejada, realizada e registrada.

A HAI liga o plano de cuidado, a agenda, o aplicativo do profissional e o painel da coordenação. O profissional registra a visita, a coordenação vê o que aconteceu, e a visita que não aconteceu vira pendência com responsável e histórico da tratativa.

Conversa de 30 minutos sobre a sua operação, com demonstração em dados fictícios. Sem compromisso.

Painel de visitas da HAI: visitas planejadas, realizadas, não realizadas, atrasadas, improdutivas e em andamento, gráfico do mês e porcentagem de visitas realizadas por profissional. Dados fictícios
  • Visita registrada no aplicativoM.A.S. · 08:32
  • Nova data combinadaJ.C.L. · amanhã, 09:00
  • Visita não realizada vira pendênciaR.T.N. · EnfermagemPrevista 13/10 · com o parceiro há 2 hEm tratativa

Demonstração com dados fictícios.

O problema

Quando a operação está em papel, planilha e mensagem, o que não aconteceu aparece tarde.

Uma operação domiciliar, que recebe o paciente na desospitalização e o acompanha em casa, coordena pacientes, PADs, prescrições, escalas, parceiros, deslocamentos, visitas, auditoria e faturamento. Distribuídos entre sistemas isolados, esses processos fazem a equipe descobrir tarde o que não ocorreu.

  • Visita planejada

    Nem sempre se sabe, a tempo de cobrir, se ela aconteceu. O que fica sem cobertura pode elevar o risco de reinternação.

  • Registro

    A informação chega depois, incompleta ou em papel.

  • Auditoria e faturamento

    Evidências são reunidas na hora de fechar, com retrabalho.

  • Coordenação

    Tempo gasto reconciliando informação em vez de tratar pendências.

O efeito em cada operação depende do desenho, da implantação e da validação feita com a empresa.

A jornada

Planejar, executar, acompanhar e aprender no mesmo fluxo.

A HAI conecta os fluxos contratados em uma plataforma comum: plataforma web, aplicativo de campo e portal de gestão. O que entra em cada operação é definido na implantação, e módulos, perfis e integrações variam entre organizações.

A HAI não é apenas um prontuário. Ela organiza a jornada completa, com a participação ativa da sua equipe na implantação.

Indicação, avaliação e orçamentoO paciente entra na operação com o plano de cuidado aprovado.
  1. Registra PAD e prescriçãoFrequência e tipo de visita no mesmo fluxo.
  2. Define agenda e escalaProfissional ou parceiro definido para cada visita.
  3. Sinal para a equipeVisita não realizada vira pendênciaCom responsável e histórico da tratativa.
  4. RelatórioConfere e fecha com auditoria
  1. Recebe a agenda do dia no aplicativo
  2. Inicia a visitaLocalização e foto conforme versão e implantação.
  3. Registra evolução e checagens guiadas
  4. RelatórioRegistra a visitaQuem atendeu, onde e a que horas.
Os indicadores voltam para o plano de cuidadoCobertura, aderência e adoção, para revisar o PAD e a operação.

Aplicativo de campo

O profissional registra a visita guiado pelo aplicativo.

O aplicativo mostra a agenda e conduz o preenchimento da visita, o que ajuda a reduzir registros incompletos. As evidências, como evolução, checagem e assinatura, seguem a configuração e a regra vigentes na operação.

  • Agenda do dia e dados da visita
  • Check-in, evolução e checagens guiados
  • Registro guardado e sincronizado, conforme versão e implantação
  • Localização e foto, conforme versão e implantação
Profissional de enfermagem consulta o celular durante uma visita domiciliar. Cena ilustrativa

Cobertura e tratativas

A visita que não aconteceu vira uma pendência com dono.

A HAI separa as rupturas, que são as visitas planejadas que não aconteceram, e transforma cada uma em pendência com responsável. A coordenação trata junto ao profissional ou ao parceiro. O que aparece e com que frequência depende da configuração e da implantação.

Monitoramento de visitas não realizadas da HAI: gráfico por dia, situação de cada visita e filtros, com pacientes por iniciais. Dados fictícios

Demonstração com dados fictícios.

  • Cobertura de visitas

    A HAI mostra à coordenação as visitas planejadas que não aconteceram, chamadas de rupturas, para tratar enquanto ainda há o que fazer.

  • Parceiros e profissionais

    Quem contrata, quem executa, quem comprova e quem responde pela prestação ficam registrados para cada visita.

  • Tratativas

    A pendência segue um fluxo, com responsável e histórico: justificativa e retorno ao prestador ficam registrados.

Centro de comando assistencial

HAI
Command Center

Dentro da HAI, é o centro de coordenação da operação assistencial domiciliar. Reúne a visão dos atendimentos e organiza a atuação dos times para receber demandas, antecipar desvios e acompanhar o cuidado.

Visão de coordenação do HAI Command Center: gráfico diário de visitas não realizadas e recuperadas, cartões por situação da tratativa e acompanhamento por prestador. Demonstração com dados fictícios

Demonstração com dados fictícios.

  1. AcompanharO que está previsto, agendado, em execução ou pendente.
  2. CoordenarIdentifica responsáveis, registra desfechos e acompanha encaminhamentos.
  3. ConferirVerifica o resultado e apoia os ajustes necessários ao cuidado.

Equipes internas e equipes do cliente. O que aparece em cada operação segue a configuração e a implantação.

O que muda por área

Cada área olha o mesmo registro com a sua pergunta.

Coordenação, operação, campo, auditoria, direção e tecnologia olham a mesma operação, cada uma com a sua pergunta. Abra a da sua área.

Manifesto da Salvus: por que a visita que não acontece custa tão caro.
Coordenação assistencial

Perguntas que fazemos: Quem cria, aprova, altera e encerra o PAD? Como a frequência prescrita vira agenda?

O que muda: PAD, prescrição, agenda, execução e tratativa ficam no mesmo fluxo, e a coordenação enxerga o que foi planejado e o que aconteceu.

Operação e cobertura

Perguntas que fazemos: Como profissionais e parceiros são escalados, orientados e acompanhados? O que acontece quando uma visita fica sem cobertura?

O que muda: A HAI aponta cobertura, pendências e exceções para quem opera. Parceiros, profissionais e tratativas ficam no mesmo painel, conforme os módulos contratados.

Profissionais em campo

Perguntas que fazemos: Como o profissional recebe a agenda e registra a visita? O que ele precisa preencher?

O que muda: O aplicativo apresenta a agenda e guia o registro da visita. Modo sem conexão, localização, foto e sincronização dependem da versão do aplicativo e da implantação.

Auditoria e faturamento

Perguntas que fazemos: Como as evidências viram conferência, fechamento e cobrança? O que fica sem comprovação?

O que muda: Cada visita deixa um registro rastreável, conforme o perfil e a configuração da operação. O fechamento se apoia nesse registro. É apoio à conferência, não garantia de ausência de falhas.

Direção

Perguntas que fazemos: Qual linha de base existe e quem acompanha a mudança? Que indicadores entram na primeira onda?

O que muda: Definimos com a operação quais indicadores acompanhar, qual é o ponto de partida e quem valida os resultados antes de expandir.

Tecnologia e segurança

Perguntas que fazemos: Quais cadastros, sistemas, arquivos e identificadores existem? Quem acessa o quê?

O que muda: O acesso é por perfil. Integrações conectam as fontes da operação, preservando origem e identidade, e são definidas em cada implantação, após levantamento e homologação.

Auditoria e fechamento

A evidência é registrada na visita e reunida para a conferência, sem caça ao papel.

A trilha do registro é um apoio à conferência. Ela não substitui a análise e a decisão de quem audita, nem garante a ausência de falhas.

  • Registro por visita

    Quem atendeu, onde e a que horas, além de evolução e checagens, conforme configuração.

  • Conferência com evidência

    A HAI junta, por visita, o que foi planejado, realizado, alterado ou não realizado, e mostra à auditoria o que ficou sem comprovação.

  • Fechamento

    O registro segue organizado para a conferência do faturamento. A análise e a decisão continuam com quem audita.

Como começamos

Conversa, mapeamento e demonstração por fluxo.

Começamos entendendo como a sua operação funciona hoje. A demonstração segue o fluxo que mais importa para você e usa dados fictícios.

  • Modelo de cuidado

    Quais linhas, perfis e unidades participam, e como o PAD nasce, muda e termina.

  • Visitas e campo

    O que caracteriza visita realizada, cancelada, reagendada ou não realizada.

  • Dados e integração

    Quais cadastros, sistemas e identificadores existem, e o que é requisito de entrada.

  • Adoção

    Quem patrocina, treina, acompanha e corrige a rotina na primeira onda.

Aprendizado de campo. A HAI evolui junto com operações de atenção domiciliar: tecnologia e processo precisam andar juntos, o valor aparece quando o dado volta para a coordenação e a decisão, e a adoção continua depois da entrada em produção. Para operadoras e autogestões Conhecer a nossa história

Case de atenção domiciliar · operação de grande porte

  • Tempo para implantar o cuidado de um novo paciente

    Depois: 33 h

    Antes: 8 dias

  • Admissões sem avaliação prévia, aproximadamente

    Depois: 1%

    Antes: 45%

  • Visitas e prescrições sob gestão digital

    Depois: 100%

    Antes: 0,15%

  • Checagens de medicação registradas no aplicativo em 60 dias de campanha

    Depois: 38%

    Antes: 5%

    +33 pontos percentuais

Fonte: operação de atenção domiciliar de grande porte, registros da plataforma HAI e do sistema de gestão do cliente, séries de 2022 a 2026 (parcial) e campanha de agosto de 2026. Comparação antes e depois, sem atribuição de causa.

O resultado de uma operação não é promessa para outra.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar.

Já usamos outro sistema.

Mapeamos o que ele cobre e onde estão as rupturas hoje. Depois avaliamos se a HAI substituiria, integraria ou complementaria cada fluxo. Cada integração é avaliada por operação.

Nossa operação é muito particular.

Separamos o que é configuração existente, integração, mudança de processo e o que seria desenvolvimento novo. Módulos, perfis e integrações variam entre organizações.

A equipe não vai usar.

Adoção faz parte do projeto: usuários-chave, treinamento, suporte, acompanhamento de uso e gestão da mudança. A implantação é progressiva e exige participação ativa da sua equipe.

Queremos tudo integrado antes de começar.

Identificamos o que é requisito de entrada, o que pode vir em fases e o risco de cada dependência.

O sistema decide ou prescreve?

Não. O sistema alerta, conforme regra, fonte e responsável definidos na implantação. A decisão clínica é sempre do profissional.

Qual resultado vocês garantem?

Nenhuma garantia de resultado. Construímos com a sua operação a linha de base e os critérios de acompanhamento. O resultado de uma operação não é promessa para outra.

Quanto custa e qual o prazo de implantação?

Depende do desenho da operação. Tratamos em conversa, depois de entender o seu cenário. Não publicamos valores nem prazos nesta página.

Sou profissional ou prestador. Onde peço ajuda?

Fale com a empresa que contratou você. Ela é quem conhece o seu acesso, a sua agenda e o seu contrato.

Hospedagem, região dos dados e encarregado seguem a política de cada cliente.

Conversa de 30 minutos

Conte como a sua operação funciona hoje.

Em 30 minutos entendemos como você planeja, executa e audita as visitas, e dizemos se faz sentido seguir para uma demonstração.

Não envie dados de pacientes por e-mail ou mensagem.

Retornamos em até 1 dia útil.